Os modelos aprimorados de trabalho fora do ambiente tradicional das empresas, intensificados durante o período da pandemia, conseguiram se manter ao longo do tempo. Atualmente, 22,6% do total de ocupados no Brasil — cerca de 20,5 milhões de pessoas, segundo dados do IBGE (2025) — utilizam o formato de trabalho remoto.
No entanto, os efeitos colaterais desse modelo já fazem parte da rotina funcional de muitos profissionais. Cada vez mais, terapeutas e médicos orientam a adoção de uma rotina que envolva cuidados com a alimentação, horários regulares de sono e, principalmente, uma programação de trabalho fora do ambiente residencial.
Essa programação externa está diretamente ligada ao Coworking, que devolve de forma natural um ambiente favorável à redução do chamado burnout caseiro, permitindo a transição para um modelo híbrido, adaptado de maneira ponderada e progressiva.
O objetivo é manter a produtividade e o bem-estar do profissional que antes trabalhava em um endereço comercial, migrou para o home office e, diante das situações percebidas, encontra no Coworking uma alternativa para sair desse círculo vicioso do trabalho exclusivamente em casa.
A sugestão é simples: comece vindo um dia por semana. Com o tempo, experimente dois dias e perceba as mudanças no foco, na disposição e na saúde. A partir disso, adote o plano que melhor se encaixa na sua rotina.
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2026 será desafiador — e vai exigir ainda mais equilíbrio, foco e estrutura.

