Estudos da psicologia social, como os desenvolvidos por Robert Zajonc, demonstram que a presença de pessoas realizando atividades semelhantes em um mesmo ambiente aumenta a motivação e melhora a velocidade na execução das tarefas — fenômeno conhecido como facilitação social.
Ao observarmos outras pessoas trabalhando, nosso cérebro cria uma espécie de energia coletiva, que reduz distrações e estimula o foco. Em ambientes compartilhados, esse comportamento tende a ser naturalmente modelado.
No home office, as distrações são maiores e o cérebro associa o ambiente ao descanso, o que facilita o relaxamento excessivo. Já no coworking, a sensação de responsabilidade aumenta e o foco acompanha esse movimento.
É fundamental que o local de trabalho seja diferente do local de descanso. O simples ato de sair de casa ativa um gatilho mental claro: “é hora de trabalhar”, favorecendo a concentração e a produtividade.
Quando trabalho e descanso acontecem no mesmo espaço, a fadiga mental se intensifica e o risco de estresse crônico e burnout aumenta.
No coworking, o estresse tende a diminuir graças às conversas leves, ao ambiente de café, à troca social e a uma ambientação planejada para ser atrativa e acolhedora — fatores que dificilmente se repetem no ambiente doméstico.
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