No artigo anterior, abordamos a importância de desenvolver a atividade profissional em um local diferente daquele destinado ao descanso, além de como o estado mental influencia a criação de uma coletividade focada no trabalho.
Existem casos específicos em que a produtividade no home office se mostra elevada, especialmente em projetos ousados da área de tecnologia da informação, nos quais o profissional permanece imerso em suas atividades por longos períodos do dia, organizando seus horários de acordo com seu próprio bem-estar.
Nessas situações, o sucesso depende fortemente da persona, da cultura profissional e da capacidade de estabelecer limites, o que também se aplica a atividades manuais, como a área da costura.
A produtividade, nesse contexto, está diretamente ligada à autodisciplina do profissional e aos resultados alcançados com essa agenda realizada em casa.
Por outro lado, a produtividade não deve ser analisada apenas como resultado final. É fundamental considerar também a qualidade do trabalho entregue e os efeitos colaterais físicos, mentais e emocionais após a conclusão das atividades.
Ainda não existe uma resposta definitiva sobre qual modelo garante maior produtividade. O que se observa, com clareza, é o estado emocional, físico e mental das pessoas que conseguem manter uma produtividade sustentável ao longo do tempo.
Aqui mesmo, percebemos que as pessoas demonstram estar mais resolvidas, equilibradas e felizes quando trabalham em um ambiente de coworking.
Se colocássemos duas pessoas exercendo a mesma atividade lado a lado — uma em home office e outra em Coworking —, provavelmente conseguiríamos perceber diferenças significativas que ajudariam a responder essa questão.

